Duas horas de vistoria foram suficientes para que as comissões de Defesa do Meio Ambiente e de Saúde da Assembleia Legislativa do Rio identificassem a falta de cloro na água distribuída para os 10 mil habitantes de Pedro do Rio, distrito de Petrópolis, região Serrana do estado. Além do nível de cloro não ser o determinado por lei, a empresa Águas do Imperador, responsável pelo tratamento, lança na natureza a água descartada no processo de decantação, o que configura uma agressão grave ao meio ambiente, já que essa água conta com produtos químicos que trabalham na sua purificação. Esses foram os resultados da vistoria que as comissões fizeram, nesta sexta-feira (17/07), à Estação de Tratamento de Água (ETA) da Águas do Imperador. “Vamos elaborar um relatório em conjunto descrevendo todas as irregularidades encontradas como a falta de cloro na água tratada, o lançamento de impurezas no rio e a falta de cuidado ao guardar alguns produtos”, comentou o presidente da Comissão do Meio Ambiente, deputado André Lazaroni (PV).
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